UNOPAR
YASMINI
Armazém Paraíba
TOPO 4 ANOS
ISEPRO
Nova cirurgia

Presidente Bolsonaro passará por nova cirurgia

Essa será a quarta intervenção cirúrgica de Bolsonaro.

02/09/2019 11h55
Por: Redação
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

 O presidente Jair Bolsonaro passará por nova cirurgia em decorrência da facada que levou durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O atentado completa um ano na próxima sexta-feira. Bolsonaro passou por exames no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, onde desembarcou no domingo (1) para participar de um culto da Igreja Universal do Reino de Deus.

Segundo o Palácio do Planalto, “Bolsonaro foi avaliado clinicamente e será submetido a cirurgia de correção de hérnia incisional, que surgiu em decorrência das intervenções cirúrgicas previamente realizadas”.

Essa será a quarta intervenção cirúrgica de Bolsonaro. A primeira ocorreu em 6 de setembro, dia do atentado, em Juiz de Fora. Uma segunda foi feita dias depois, enquanto ele ainda se recuperava no hospital Albert Einstein, em São Paulo. A terceira intervenção foi em janeiro, também no Einstein, para a retirada da bolsa de colostomia que carregava desde a facada e a reconstrução de parte do intestino.

Responsável pelas duas últimas cirurgias, o médico Antonio Luiz Macedo disse ontem que constatou “a necessidade de correção de uma hérnia incisional no presidente Bolsonaro, na região onde foram realizadas três laparotomias para tratamento do ferimento da facada”. A cirurgia será feita pelo próprio Macedo no próximo domingo, no hospital Vila Nova Star, em São Paulo.

Macedo elogiou a saúde do presidente e disse que o problema é considerado normal para pacientes com quadro clínico semelhante. No último sábado, em almoço com jornalistas no Quartel General do Exército, em Brasília, Bolsonaro chorou ao recordar a facada e o período de recuperação.

Vestindo um colete à prova de balas, Bolsonaro lembrou o atentado e disse que teve medo de morrer quando Macedo disse que ele teria que passar por uma cirurgia de emergência no Einstein.

A consulta com Macedo em Congonhas já estava programada. Mas Bolsonaro não comentou sobre ela, na véspera do embarque.

Bolsonaro deixou o aeroporto e participou de um culto no Templo do Salomão. Diante de 9,5 mil fiéis, recebeu a bênção do bispo Edir Macedo, líder e fundador da igreja. A cerimônia faz parte de uma estratégia para estreitar laços com os evangélicos, um dos segmentos mais importantes de seu eleitorado. O presidente entrou no templo com o filho Jair Renan e seguranças, quando a maior parte do público já estava acomodada, e sentou-se na primeira fila. 

Logo no início do culto, o bispo pediu uma oração a Bolsonaro: “Fazendo isso estaremos orando por 210 milhões de brasileiros.”

No altar, Macedo pôs as mãos sobre a cabeça do presidente, que de joelhos e de costas para os fiéis, foi ungido com o azeite da igreja evangélica. Em seguida, entoou uma oração com o público.

“Uso de toda a minha autoridade para abençoar este homem e lhe dar coragem e sabedoria. Que este país venha a ser transformado”, afirmou o bispo.

Macedo, então, criticou a imprensa ao afirmar que o presidente tem “a mídia toda contra ele”. “Eu sei o que é isso. Vivenciamos o inferno da mídia. Mas eu estou aqui”, acrescentou, sob risos e novos aplausos da plateia. Antes de deixar o templo, o presidente fez um tour e almoçou com as lideranças religiosas.

À tarde, Bolsonaro assistiu ao jogo do Palmeiras, seu time de coração, contra o Flamengo, na casa do apresentador Silvio Santos.

No almoço com jornalistas, na véspera, ele explicou por que não iria à partida no Maracanã, no Rio. “É um jogo de risco. Se eu vou e o Palmeiras perde, eu sou pé-frio. Se eu vou e o Flamengo perde, os flamenguistas vão me odiar”, disse. O Flamengo venceu por 3 a 0.

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas.
Ele1 - Criar site de notícias